O governador Carlos Brandão (sem partido) foi a Brasília nesta terça-feira, 25, para conversar com o presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). Na pauta, o chefe do Executivo estadual ainda alimentava o que seria improvável e que todos já sabiam. Ouviu de Edinho Silva e da ministra Gleisi Hoffmann, que também participou do encontro, um não ao seu projeto familiar e oligárquico, que é lançar o sobrinho como sucessor ao governo do Maranhão. Desesperado pelo apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do partido, o oligarca Brandão tentou argumentar, levantando teses, mas saiu desnorteado, sem querer aceitar a decisão já tomada há bastante tempo.Durante a reunião, Brandão foi lembrado de que houve um acordo em 2022, quando o PT indicou o vice-governador Felipe Camarão na chapa ao lado do próprio Carlos Brandão, e o acordo previa que o partido comandaria o estado a partir de abril de 2026, com a renúncia de Brandão para concorrer ao Sena...