Caos em Palmeirândia: Internautas detonam organização de pré-carnaval na única via de acesso à cidade
A realização do pré-carnaval em Palmeirândia, promovido pela gestão do prefeito Edilson da Alvorada no último domingo (08), transformou-se em um cenário de indignação e revolta para moradores e visitantes. A decisão de realizar o "arrastão" com a banda Chicabana na única estrada que dá acesso ao município resultou em um engarrafamento quilométrico e horas de espera sob condições precárias.
Nas redes sociais, o tom das críticas é de absoluto descontentamento. Internautas relataram ter ficado presos no trânsito por mais de seis horas, sem qualquer suporte ou via alternativa. O bloqueio da rodovia impediu não apenas o fluxo de foliões, mas também o acesso de ambulâncias e o deslocamento de crianças, idosos e gestantes, gerando uma situação de risco à segurança pública.
Relatos de descaso e falta de planejamento:
Os comentários colhidos nas publicações evidenciam a gravidade do problema:
* bloqueio total: "falta de organização colocar um trio para interditar a única via de acesso à cidade. fiquei das 18h até meia-noite com fome e sede em um engarrafamento infernal", desabafou uma internauta.
* segurança comprometida: outro relato destaca que o percurso entre o triângulo e a sede de palmeirândia ficou travado: "ninguém subia, ninguém descia, ambulância não passava. tremenda sacanagem".
* falta de logística: houve ainda denúncias de que o posicionamento do trio fechou completamente a entrada e saída da cidade, deixando pessoas presas por horas sem informação.
Além do caos no trânsito, a falta de iluminação pública na estrada e o atraso de mais de cinco horas para o início do show principal foram citados como fatores que contribuíram para o "dia para ser esquecido". Muitos foliões precisaram caminhar longas distâncias na madrugada para buscar seus veículos no "triângulo", já que a pista seguiu travada até altas horas.
A população agora cobra explicações da prefeitura e exige que o planejamento de eventos futuros considere o direito de ir e vir dos cidadãos, evitando que momentos de lazer se transformem em riscos desnecessários.

